O número de denuncias de agressões e crimes contra as mulheres aumentam a cada dia, notícias em jornais, programas de TV e rádio mostram: as mulheres estão apanhando daqueles que escolheram para protege-las. Mas este post não será mais um politicamente correto que irá condenar “o homem opressor”, aclamar o feminismo e muito menos exigir leis hipócritas e idiotas como a alteração do artigo 213, que quer transformar em crime com reclusão de um à seis anos um simples beijo. Iremos analisar o problema de todos os lados, entenderemos a vítima, o agressor e a sociedade, e enfim chegaremos à uma conclusão que, definitivamente, não irá agradar a muitas.
A história é apresentada quase sempre da mesma forma: uma mulher que só queria amar e ser amada, era fiel e fazia tudo por seu companheiro, inocente e fraca, é agredida brutalmente por ele, aparentemente sem motivo algum, é espancada e em muitos casos morta. A mídia então divulga fotos do acusado, a população se une, a polícia cria buscas, promete recompensas, jornais estampam na capa fotos do corpo da vítima, e o desejo é um só: encontrar o monstro que fez isso. Após dias de buscas, todas sem resultados, uma notícia surge; o homem foi encontrado. Já em estado de decomposição avançado, a perícia conclui que ele cometeu suicídio horas depois da agressão, usando a mesma arma que usou para violentar sua mulher. A população se alegra, afinal, era só um escória violentador de mulheres que, se não morresse fora, morreria dentro da cadeia. Assassinos de mulheres e estupradores de crianças são mortos pelos próprios presos.
Graças à manipulação da mídia, que precisa de um herói e de um vilão para criar uma história interessante aos olhos do telespectador, o homem passa a ser visto como uma criatura fria e sem sentimentos, má e perversa. Feministas então começam à cobrar leis mais duras, se dizem oprimidas e assim culpam os homens por um problema que elas mesmas criaram, e aí chegamos ao cenário atual do nosso país. Para entendermos como isso começou e aonde estamos, temos que pegar a história desde o início.
Antes do século XIX as mulheres não podiam trabalhar, deveriam ficar em casa cuidando dos filhos e dos afazeres domésticos, seus maridos deveriam trazer o sustento e servir de exemplo masculino para as crianças, a sociedade funcionou assim por vários anos. As mulheres nunca foram oprimidas, foram mantidas em segurança em casa enquanto os homens iam para guerras, minas de carvão, navios e caravelas que viajavam por meses, onde muitas vezes eles ficavam doentes, tinham que comer ratos e até morriam. Trabalhando em jornadas de até 16 horas por dia, chegavam em casa cansados e esperavam de suas mulheres apenas um certo cuidado com a casa, com os filhos e com elas mesmas. O feminismo começa neste cenário.
As mulheres são seres que sentem tédio com facilidade, um dos principais motivos dados para explicar traições ou fins de relacionamentos por parte delas é que “caiu na rotina”. Naquela época um grupo de mulheres, em grande parte lésbicas com ciúmes dos homens, começaram a colocar na cabeça das outras que elas eram oprimidas por vários motivos, como por não poderem votar, mesmo os próprios homens só tendo conseguido este direito dez anos antes delas, na verdade, os homens que morreram nas trincheiras da primeira guerra mundial não podiam nem votar. Até 1918 apenas homens que tinha propriedade podiam votar. Isto significa que votar era domínio das classes média e alta e a maioria dos homens não tinham voz no voto. A questão do voto nunca foi historicamente “Homem X Mulher”, votava quem tinha condições de mandar em alguma coisa, quem tinha dinheiro, a elite. Homens comuns só ganharam direito ao voto mais tarde, e porque trabalhavam muito e, de certa forma, se tornaram interessantes ao governo.
As feministas começaram à querer mudar o patriarcado, a sociedade e seu funcionamento. O ódio dentro do feminismo é tão grande que em 1967 foi escrito, por Valerie Solanas, um livro de caráter feminista chamado “SCUM Manifesto”, que pregava o extermínio dos homens. O feminismo sempre lutou pelos “direitos das mulheres”, já tendo ido diretamente contra os preceitos judaicos-cristãos. Por quais direitos lutavam? Pela sexualidade desenfreada, pelo mercado de trabalho, que só serviu para desvalorizar o trabalho humano, já que, com mais pessoas trabalhando a valorização caiu, além de desestruturar famílias, pois com a valorização baixa, as mulheres deixaram de trabalhar “por direito” e agora precisam trabalhar por necessidade, assim como seus maridos, deixando os filhos com babás ou em creches o dia inteiro, recebendo uma educação duvidosa. Isso não se aplica às famílias ricas, mas é uma realidade em grande parte dos lares brasileiros. A sexualidade também é um tema amado pelas feministas, ao mesmo tempo em que pregam que homens não valorizam as mulheres, as veem como objetos e estão se tornando cada vez mais promíscuos, protestam pelo direito de usar roupas curtíssimas, pelo direito de fazer sexo descompromissado com desconhecidos e acusam aqueles que as chamam de “rodadas” e não querem se envolver de forma comprometida com elas de “machistas”.
Sabendo disto, chegamos ao cenário atual. Mulheres que usam roupas curtíssimas, são promiscuas, se envolvem com desconhecidos, bebem muito, usam drogas, namoram com homens “pelo tamanho dos músculos”, mulheres que mentem para os pais e saem escondidas, mulheres que gostam de se envolver com homens “perigosos” por simples emoção, ficam com drogados e bandidos para se sentirem “protegidas” e que, obviamente, estão morrendo por causa disso.
Infelizmente, na mente de muitas mulheres, ao encontrarem homens de comportamento arriscado, perigosos e de mal caráter, ao invés de se afastarem, elas pensam “Este homem mete medo nos demais, é mais forte. Se eu ficar com ele estarei protegida e as outras mulheres sentirão ciúmes”. Os homens também estão mudando, a grande pressão para fazerem sexo, que os bombardeia diariamente em novelas, músicas, programas de TV e outros, está fazendo com que os homens busquem isso sem se importar muito com as consequências, eles não investem na saúde mental, querem apenas ter um corpo sarado e aprender a ter “pegada” (que as mulheres tanto gostam), mas são “crianças” por dentro. Homens que partem para a agressão porque não conseguem se defender com lógica e honra, homens nervosos, e também mulheres que se acham as melhores, as “fodonas”, que menosprezam o poder de suas atitudes na mente dos parceiros, acreditando que podem fazer joguinhos psicológicos (como ciúmes) sem que seus parceiros se enfureçam e percam o controle. Como alguns homens também estão com a mente fraca e desestruturada, acabam cometendo atrocidades e respondendo com a única coisa que tem em nível superior à sua parceira: a força física.
A sociedade está corrompida, a sexualidade poligâmica atual está destruindo o mundo, as mulheres desejaram tanto esta liberdade, mas agora que realmente a conquistaram estão nos mostrando o por que de, antigamente, não terem o direto de escolher com quem se relacionar: não sabem escolher.
A violência contra a mulher vai acabar a partir do momento em que elas pararem de priorizar características externas como aparência física, sociabilidade e dinheiro e procurarem características internas, como honra, ética, moral e bons princípios. Isso nunca irá acontecer, não enquanto elas tiverem 100% do direito de escolha, pois isso é algo similar à dar liberdade total à uma criança: Ela irá fazer seus julgamentos se baseando em pré-características momentâneas, escolherá algo que “a diverte” em primeira instancia e não irá se preocupar muito com as consequências pois não consegue fazer previsões e nem enxerga a situação de formas ampla, vendo apenas por sua perspectiva.
O feminismo deu uma “liberdade” que as mulheres não sabem usar, e se colocam em situações de perigo graças a isso. As mulheres são vítimas, mas não são completamente inocentes nesta história, muitas se sentem atraídas pelo perigo e, infelizmente, buscam a própria morte.
Com informações de livros de Nessahan Alita e posts do Blog do Silvio.

São fatos lamentáveis, mas com observação cuidadosa é facilmente verificávem em sua autenticidade. O mais impressionante é como os outros homens honrados (o que não falta é mangina honesto e cumpridor dos deveres por aí) não percebem essa pegadinha.
O que vejo é que houve mudança social significativa com o feminismo e o “avanço” social, porém o que a maioria esmagadora esqueci e desconsidera é que nossa evolução natural está se lixando para a sociedade e seus comportamentos, sejam castos, sejam promíscuos. Nossos instintos são os mesmos, tanto de homens quanto de mulheres, porém agora tentam nos por coleiras e cercear nossos ímpetos naturais. Entendo que por isso é que com essa pseudo liberdade gera esta zona e tanto lixo. Só acredito nos dois extremos. Ou nos atemos a honra e a preservação da família ou deixemos nossos instintos tomar conta de uma vez por todas.
Esta é uma batalha que não há vencedores.
No entanto, sabemos que não acontencerá nenhum dois dois.
Parabéns pelo texto.