As mulheres e a bíblia.

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE AS MULHERES ?

 

ATENÇÃO: Se você é mulher,mangina,matrixiano,feminista, comunista ou (e) principalmente, Políticamente “correto”, não leia esse texto pois o mesmo contém reais sem vaselina que poderão estourar o seu rabo, se estiver incluído em um ou mais dos adjetivos antes expostos.

O papel da mulher na criação.
A mulher foi criada depois do homem,feita para o homem e do homem. Portanto cabe-lhes a obediência, modéstia e submissão frente ao gênero superior e primogênito (Masculino).

Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor;porque o homem é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos. (Efésios 5/22-25)

Vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos, como convém no Senhor. (Colossenses 3/18)

 

A submissão dos meninos e meninas ao pais.

Filho meu, ouve o ensino do teu pai e não deixes a instrução de tua mãe” -

Provérbios. 1:8.

Tanto homens, quanto mulheres estão sujeitos a obediência de seu pai e sua mãe, segundo a bíblia, portanto, sim : A mulher (se mãe), perante Deus, tem autoridade sobre MENINOS e MENINAS (se filhos da mesma). Mas peraí, confrade Mendigo, quer dizer então que a bíblia se contradiz e que mulheres podem ter autoridade sobre os homens???? NÃO PASPALHO !

A autoridade dada por Deus a mulher sobre seu filho é somente até que o mesmo saia de casa e constitua sua própria família. Por tanto a bíblia continua NÃO permitindo a autoridade de mulher sobre homem… Soemente de mulher (se mãe) assim como pai, sobre MENINOS.

“E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porque o do homem foi tirada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e se unirá a SUA mulher. 

(Gênesis 2:23-24).

Biblicamente a autoridade dois pais (incluindo a mãe) sobre seus filhos é até ele sair de casa. Antigamente as pessoas só saíam de casa quando casavam mas hoje em dia isso não é necessário, portanto se você saiu de casa não deve mais satisfações ao teu pai e mãe. Mas é recomendável que continue “honrando” eles mesmo assim.

“HONRA TEU PAI E TUA MÃE, PARA QUE SE PROLONGEM OS SEUS DIAS NA TERRA”
(Ex 20:12)

ATENÇÃO: Estou falando biblícamente. Na lei dos homens quando tu faz 18 anos, você faz o que bem entender da sua vida. E também, ninguém é obrigado a abedecer a bíblia… Se Deus não obriga eu não sou ninguém pra querer obrigar. ISSO É SOMENTE PARA EXCLARESSIMENTO E NÃO PARA “CONVERTER” NINGUÉM.

SEGUINDO…

Eu encontrei uma coisa que é mais amarga do que a morte – A mulher. O amor que ela oferece é uma armadilha ou uma rede para pegar você; os seus braços são correntes para prendê-lo. O hem que agrada a Deus consegue fugir dela, mas o pecador, não.

Eclesiastes 7:26 

Deus soube desde o início (claro, ele sabe de tudo) que os homem, em geral são bucetólatras… Tudo que um homem mediano quer é sexo “dotoso” regular… SÓ ISSO ! Esse é o sonho de um matrixiano. Por isso está escrito “[b]O homem que agrada a Deus consegue fugir dela, mas o pecador, não.
Ora porra, se o homem for temente a Deus e guardar seus mandamentos é claro que ele vai escapar da escravidão emocional. Onde você vai encontrar mais alertas sobre as mulheres que na bíblia ???
[b]O homem é temente a Deus, logo conhece seus mandamentos, logo sabe a verdade sobre as mulheres, logo escapa da sua maldade.
Lógica implacável

O que aprendemos hoje ?

1- Mulheres foram,são e serão inferiores aos homens, como segundo sexo.
2- A mulher foi feita do homem, para o homem, pelo homem, para servir o homem. Portanto, perante Deus NUNCA
atingem a maioridade.
3- Mulheres são “mais amargas que a morte”, portanto, SEMPRE (sempre paspalho) elas irão fuder com a tua vida, direta e indiretamente, então TODO CUIDADO É POUCO.
4- Não podemos e não devemos nos apaixonar por mulher nenhuma tendo em vista que “O amor que ela oferece é uma armadilha ou uma rede para pegar você; os seus braços são correntes para prendê-lo”.
5- Apesar de tudo, elas ainda são criaturas de Deus, portanto tem chances de salvação ou condenação eterna (assim como nós). Elas também tem alma mas também é verdade que tendem a ser mais cruéis e sádicas que homens.

Destruindo o mito da monogamia e fidelidade feminina – Parte 1

Destruindo o mito da monogamia e fidelidade feminina – Parte 1

Texto postado aqui, por pedido dos confrades…

 

Esta é uma crítica e super resumo feito por um colega Americano do livro de relativo sucesso nos EUA chamado ―Infidelidade feminina de Michelle Langley.
Estou pondo dele aqui porque ele é um texto arrasador sobre o mito do casamento e monogamia feminina. Quem ler isso NÃO conseguirá mais CASAR e conseguirá ver detalhado várias coisas e atitudes femininas explicados do porque disso. É uma bomba atômica. E serve também pras mulheres aprenderem mais sobre si mesmas (já que só sabem reclamar mas aprender algo sobre elas mesmas que é bom nada).

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O livro de Michelle Langley infidelidade feminina é o provavelmente o primeiro livro revisado pelo The Quarterly Occidental que foi propagandeado ser ―enviado sem menção ao conteúdo do pacote‖. Mas mesmo que você não seja uma esposa adúltera, há boas razões pra prestar atenção à dissolução social documentada no livro. Para se manter uma sociedade avançada requer-se um alto investimento dos casais de pais. A principal ameaça a esse cuidado parental apropriado nos nossos tempos é o divórcio, esmagadoramente iniciado pela esposa (70-75% das vezes, de acordo com Langley).

A tese principal do livro dela é uma impopular teoria que ela já publicou anteriormente: As mulheres não são naturalmente monogâmicas aos homens. Pesquisas bioquímicas apontam para um ciclo sexual natural de 4 anos para a fêmea humana. Isto aparentemente permite tempo suficiente depois do parto para a mulher comum em sociedades primitivas de recobrar sua habilidade de sobreviver sem o provedor masculino. Na falta de qualquer sistema de casamento, a tendência natural da mulher em um certo ponto é de se livrar do parceiro. Quando seus hormônios a preparam novamente para reproduzir elas simplesmente pegam outro homem. Langley cita o livro de Helen Fisher, Anatomia do Amor e o livro de Burnham e Phelan, genes cruéis para dar suporte a sua tese. De acordo o este último livro, separação e divórcio tem maior chance de ocorrer no quarto ano de casamento “em mais de 60 culturas radicalmente diferentes”.

O comportamento sexual selvagem feminino é governado por um número de substâncias químicas. A euforia da paixão é associada com o estimulante ―pheylethylamine‖, naturalmente produzido no corpo pela atração erótica. A exemplo de outras drogas, é viciante, e as pessoas gradualmente criam tolerância, precisando cada vez níveis maiores para atingir o mesmo efeito. Com o tempo perde o poder sobre nós e a paixão é substituída pelo calmo sentimento de ligação aos nossos parceiros. Mas o sentimento de apego e ligação é mais parecido com o efeito de um sedativo ou narcótico do que um estimulante.
Há também os hormônios a considerar. O desejo sexual em ambos homem e mulher estão ligados aos níveis de testosterona.

Estes são sempre maiores obviamente no homem; mas a diferença é maior na vida adulta quando as pessoas estão normalmente se fixando com seus parceiros. Com o envelhecer dos homens, seus níveis de testosterona gradualmente diminuem; o da mulher aumenta. Atingindo seus trina anos a mulher fica com mais pêlos, sua voz engrossa e elas se comportam mais assertivamente. E nas palavras da autora “é muito comum pra elas experimentarem um dramático aumento do desejo por outros homens” (Langley cita o livro A alquimia do amor e desejo e A química do amor para embasar-se).

A autora do livro Infidelidade feminina não é uma pesquisadora profissional neste campo. Ela testemunha que após 4 anós de um casamento feliz e pouco depois de fazer 27 anos, ela começou a se sentir entendiada e infeliz sem razão aparente. Ela se voltou para um número de livros e profissionais, e todos estes concordavam que a culpa era do marido; Ela mesma adotou por um tempo essa visão oficial adotada por todos hoje em dia. Felizmente – e ao contrário da maioria das mulheres – ela continuou cavando mais respostas. Ela se encontrou com mulheres, a princípio por acaso, que descreviam experiências semelhantes e as questionou sobre isso. Depois ela começou a procurar mais mulheres para entrevistas mais longas. Ela eventualmente entrevistou homens também.

Gradualmente, padrões consistentes começaram a emergir das histórias que ela ouvia. ―Quando parei de contar eu tinha entrevistado 123 mulheres e 72 homens… eu fiquei fascinada de como algo tão predominante podia estar tão escondido.

Então, o que ela descobriu? Primeiro as mulheres tem maiores chances de confundir atração sexual com amor do que os homens. O sexos se comportam diferentemente sobre os sentimentos associados ao estágios iniciais de um caso romântico.
“Boa parte dos homens que eu conversei diziam que esse sentimento era paixão, mas a maioria das mulheres que eu conversei chamavam isso de amor… Mulheres em particular acreditam que, se elas encontrarem a pessoa certa, esse sentimento intenso irá durar. Elas foram ensinadas a acreditar que elas devem apenas querer sexo com alguém que elas amam. Então quando uma mulher deseja um homem ela pensa que ela está amando e quando o desejo sexual acaba ela pensa que não está mais amando.”

A mulheres frequentemente falam de conseguir compromisso dos homens, mas isso implicaria a preferência por homens comprometidos em se casar. Langley observa a tendência oposta das entrevistadas. Elas frequentemente se relacionam com homens que são emocionalmente inacessíveis. Ao invés de escolher homens que estão interessados em desenvolver um relacionamento, estas mulheres escolhem homens que as fazem se sentir inseguras. Insegurança pode criar motivação e excitação. As mulheres que tem a expectativa de agitação e excitação nos seus casamentos (e muitas tem) irão frequentemente trocar a possibilidade de relacionamentos verdadeiros pela excitação de relacionamentos sem futuro e irreais. Não é incomum para mulheres definharem por homens que fogem de compromisso enquanto elas esquivam-se da atenção dada a elas por homens que estão prontos e afim de comprometerem-se com elas.

Muitos comentários superficiais e mal informados sobre a revolução sexual presumem que ―homens querem sexo e mulheres casamento‖. Langley faz uma válida distinção: Mulheres querem SE CASAR mas não querem ser casadas. Ou seja, elas muitas vezes não amam tanto o seu marido mas sim a sua fantasia feminina de ser noiva em que o homem serve como o necessário enfeite.

As mulheres querem vestir o vestido e ter a festa de casamento. Muitas mulheres esperaram ansiosamente o dia principal de suas vidas, que no final iria acabar armando um grande tombo nelas. Muitas mulheres são as mais felizes quando focadas em cumprir algumas partes da fantasia ―se-casaram-e-viveram-felizes-pra-sempre‖. Elas estão contentes, mesmo em relacionamentos relativamente não completos desde que alguma parte da fantasia esteja lá pra se viver.

Quando uma mulher quer se casar ela vai geralmente deixar passar várias coisas que o homem faz e muitas vezes vai deixar-ser ser mal tratada. Depois que ela se casa, não só a excitação da conquista está acabada, mas depois de alguns anos de casamento o fogo da atração vai estar se apagando também. Neste ponto, muitas mulheres descobrirão que o casamento não chega nem perto de atingir suas expectativas. Algumas mulheres se sentem estúpidas por quererem tão intensamente casar.

Os homens que se sentiram pressionados por um compromisso sério algumas vezes apontam isso: “Porque isso é tão importante? O que vai ser diferente após nós casarmos?”. Os homens estão certos claro: uma cerimônia de casamento não tem poder mágico de produzir felicidade eterna. Infelizmente isso é algo que as mulheres aprendem apenas na prática.

Umas das coisas que realmente mudam depois da festa de casamento é a disposição feminina de deixar passar os erros de seu homem. Muitos homens irão te dizer: “Quando minha esposa e eu namorávamos, pra ela eu nunca fazia nada de errado; agora que estamos casados eu nunca faço nada certo”. De fato, diz a autora, as mulheres que toleraram os defeitos de seus homens e tentaram agradá-lo apenas para atingir sua fantasia matrimonial, frequentemente entram no casamento carregando uma enorme carga de raiva reprimida, que geralmente aparece com o tempo. O marido, por sua vez, se sente vítima dessa tática. Alguns se perguntam, o que seria da raça humana se as mulheres dissessem para seus namorados na cara dura: ―você precisa se casar comigo para que eu possa parar de fingir que eu te amo pelo que você é, e começar a reclamar de todas as coisas que me incomodam em você.

 

As mulheres e a inveja do pênis

A inveja que as mulheres tem do pênis….

 

 

 

Os efeitos do complexo de castração nas meninas são mais uniformes e não menos profundos. Uma criança do sexo feminino, naturalmente, não tem necessidade de recear a perda do pênis; ela reage, todavia, ao fato de não ter recebido um. Desde o início, inveja nos meninos a posse dele; pode-se dizer que todo o seu desenvolvimento se realiza à sombra dainveja do pênis. Ela começa por efetuar vãs tentativas de fazer o mesmo que os meninos e, mais tarde, com maior sucesso, faz esforços por compensar a sua falta – esforços que podem conduzir, afinal, a uma atitude feminina normal. Se, durante a fase fálica, tenta obter prazer como um menino, pela estimulação manual de seus órgãos genitais, com freqüência acontece fracassar em obter satisfação suficiente e estende os julgamentos de inferioridade de seu pênis atrofiado a todo seu eu (self). Via de regra, cedo desiste da masturbação, visto não ter desejos de ser lembrada da superioridade de seu irmão ou companheiro de brincadeiras, e volta as costas completamente à sexualidade.

Se uma menina persiste em seu primeiro desejo — transformar em menino – em casos extremos, acabara homossexual manifesta, ou, doutra maneira, apresentará traços marcantemente masculinos no encaminhamento de sua vida futura, escolherá uma vocação masculina, em assim por diante. O outro caminho é feito através do abandono do pênis, não pode perdoar à mãe havê-la trazido ao mundo tão insuficientemente aparelhada. Em seu ressentimento por isto, abandona a mãe e coloca em lugar dela outra pessoa, como objeto de seu amor – o pai. Se se perdeu em objeto amoroso, a reação mais óbvia é identificar-se com ele, substituí-lo dentro de si própria, por assim dizer, mediante a identificação. Este mecanismo vem agora em auxílio da menina. A identificação com a mãe pode ocupar o lugar da ligação com ela. A filha se põe no lugar da mãe, como sempre fizera em seus brinquedos; tenta tomar o lugar dela junto ao pai e começa a odiar a mãe que costumava amar, e isso por dois motivos: por ciúme e por mortificação pelo pênis que lhe foi negado. Sua nova relação com o pai pode começar tendo como conteúdo um desejo de ter o pênis dele à sua disposição, mas culmina noutro desejo – ter um filho dele como um presente. O desejo de um bebe ocupou assim o lugar do desejo de um pênis, ou pelo menos, dele foi dissociado e expelido (splitt off).

É interessante que a relação entre o complexo de Édipo e o complexo de castração assuma forma tão diferente – uma forma oposta, na realidade — no caso das mulheres, quando comparada com a dos homens. Nos indivíduos do sexo masculino, como vimos, a ameaça de castração da fim ao complexo de Édipo; nas mulheres, descobrimos que, ao contrário, é a falta de umpênis que as impele ao seu complexo de Édipo. Pouco prejuízo é causado a uma mulher se ela permanece em sua atitude edipiana feminina. (O termo “complexo de Electra” foi proposto para esta.) Neste caso, escolherá o marido pelas características paternas dele e estará pronta a reconhecer a sua autoridade. O seu anseio de possuir em pênis, que é, na realidade, insaciável, pode encontrar satisfação se ela for bem-sucedida em completar o seu amor pelo órgão estendendo-o ao portador do órgão, tal como aconteceu anteriormente, quando progrediu do anseio da mãe para a mãe como uma pessoa completa.

Se perguntarmos a um analista o que a sua experiência demonstrou serem as estruturas mentais menos acessíveis à influencia em seus pacientes, a resposta será: numa mulher, o desejo de um pênis; num homem, a atitude feminina para com o seu próprio sexo, cuja pré-condição, naturalmente, seria a perda do pênis.

(Sigmund Freud – Esboço de Psicanálise)

O poder fálico : Naturalmente, uma piroca representa poder.


Hienas e seus clitóris hiper-desenvolvidos (falsos pênis).

Assim mantém os machos (predadores da sua espécie), afastados tanto de sua crias, quanto de suas relações sociais de prazer, procurando-os apenas quando estão fértis e desejam procriar.
A sociedade das hienas é uma das poucas da natureza, em que as fêmeas mandam nos machos (diferente da espécie humana que é projetada para funcionar patriarcalmente).
Com o passar dos tempos, as hienas fêmeas que mandavam nos machos, começaram a desenvolver um falso pênis
(que representa poder).

Dissecando o comportamento feminino, parte I.

82 características femininas.

Retirado do livro “como lidar com mulheres” de Nessahan Alita.

1. Comparam-se sempre umas com as outras.
2. São altamente competitivas.
3. Lutam para conquistar o homem de uma mulher linda
4. São naturalmente adaptadas à espera
5. Detestam homens débeis e fracassados
6. Se dão bem apenas com homens que ignoram suas flutuações de humor e seguem seu ritmo.
7. Nunca deixam o homem concluir se são santas ou prostitutas para que não arranje outra
8. Instrumentalizam o ciúme masculino.
9. Se auto-afirmam por meio do sofrimento masculino que se origina do desejo ou do amor (se culminar em suicídio, será melhor ainda e nenhuma piedade será sentida)
10. Não amam em simples retribuição ao fato de serem amadas mas sempre por algum interesse.
11. Gostam de enlouquecer o macho com torturas mentais.
12. Sofisticaram a tortura mental como forma de compensar a fragilidade física.
13. São emocionalmente muito mais fortes do que os homens.
14. Se entregam apenas àqueles que as tratam bem mas não se apaixonam.
15. Enjoam dos homens que abandonam totalmente os rituais de encantamento (bilhetinhos, poemas, filmes, presentinhos,chocolates…) ou que os realizam em demasia
16. Tentam nos induzir a correr atrás delas para terem o prazer denos repudiar.
17. Sentem-se atraentes quando conseguem rejeitar um homem.
18. Simulam desinteresse por sexo para atiçar o desejo masculino.
19. Necessitam sempre sentir que estão enganando ou manipulando.
20. Quanto menos conseguem nos manipular e enganar, mais tentamfazê-lo.
21. Desistem dos jogos de engano e manipulação quando as ludibriamos habilmente, deixando-as supor que realmente o estão conseguindo.
22. Simulam fragilidade para ativar o instinto protetor masculino.
23. Jogam com o nosso medo de entristecê-las e desagradá-las.
24. Simulam indiferença para sugerir que estão interessadas em outro
25. São pacientes.
26. Testam e observam reações
27. São irresistivelmente atraídas por homens que lhes pareçam destacados, melhores do que os outros e, ao mesmo tempo,desinteressado.
28. Comportam-se como se sempre fossem desejadas
29. Amam e se entregam totalmente aos cafajestes experientes
30. Desejam um homem na mesma proporção em que outras mulheres o desejam
31. Preferem aqueles que fingem se aproximar sem nenhum interesse além da amizade
32. Querem que o homem esconda seu desejo sexual até o momento da entrega
33. Simulam indiferença para sugerir que estão interessadas em outro
34. Têm verdadeira loucura por homens que compreendam seu mundo. O chamam de “diferente”
35. Tornam-se inacessíveis após a conquista para que o homem preserve o sentimento que geraram.
36. Sempre tentam descobrir o que o macho sente nas várias situações
37. Costumam “amarrar” o homem, repudiando-o e evitando-o
38. Temem o ódio masculino real, sem mescla alguma de afeição
39. Afastam-se para verificar se iremos atrás ou não.
40. Constantemente observam e avaliam se, como e quanto necessitamos delas emocionalmente
41. Incitam perseguições atraindo e em seguida repudiando
42. Nos torturam mentalmente dando e desfazendo esperanças de sexo
43. Negam-nos a satisfação sexual plena para acender o nosso desejo
44. Nunca permitem que saibamos se fogem porque querem ser deixadas em paz ou porque querem ser assediadas
45. Impressionam-se com homens decididos que não temem tomar atitudes enérgicas e as surpreendem
46. Levam o homem que está “atrás” delas para onde querem
47. Fogem e resistem para evitar que sua entrega provoque o desinteresse do “perseguidor”
49. Assediam aqueles que marcam sua imaginação como diferente e especial e, ao mesmo tempo, deixe entrever que está desinteressado.
50. Concluem que precisamos delas quando as procuramos e perseguimos
51. Sentem-se seguras de seu poder de sedução quando são assediadas
52. Têm necessidade de levantar a auto-estima quando um homem as rejeita, assediando-o
53. Sempre acham que estão sendo desejadas quando um homem as observa detidamente ou toma a iniciativa do contato
54. São física e psiquicamente lentas: demoram para serem encantadas, para terem o orgasmo, para tomarem decisões, para
sentirem falta de sexo, suportam esperar muito tempo, são pacientes etc.
55. Não se compadecem por nosso sofrimento emocional
56. Não se compadecem do sofrimento masculino ocasionado pela insatisfação sexual (consideram “frescura” ou “sem-vergonhice”).
57. Uma vez relacionadas com um homem, ficam atrás dele somentese ele resistir mais do que elas, evitando buscar contato e sexo.
58. Tornam-se emocionalmente dependentes de homens compreensivos, carinhosos, seguros, decididos e que, ao mesmo tempo, não dependem delas emocionalmente
59. Concebem o homem ideal como seguro, forte, distante, decididoe calmo
60. Sonham em converter os cafajestes porque sua conversão seria uma prova inequívoca de amor
61. Simulam desinteresse para não serem desprezadas como “fáceis”
62. São atraídas pelo “diferente” que seja superior aos outros machos em vários sentidos, principalmente na possibilidade deoferecer segurança
63. Cultivam no homem a dependência
64. Observam e testam continuamente os nossos sentimentos até o limite de romper a relação
65. Instrumentalizam nossos erros em seu favor
66. Jogam a culpa dos erros delas em nós.
67. Sempre possuem uma desculpa para as mancadas
68. Dobram e manipulam o homem quebrando sua resistência atravésda fragilidade
69. Submetem e manipulam o homem sem que ele perceba
70. Sempre dão abertura para que outros a cortejem e nunca admitem
71. Juram fidelidade de sentimento mas sempre se contradizem comatitudes suspeitas e “sem intenção”
72. Envolvem-se mais fortemente com amigos e conhecidos com osquais travam amizades “sem interesse”, “sem intenção” e “sem maldade”.
73. Não têm medo de jogar até o limite porque consideram que, se o cara romper a relação, a ruptura aconteceu porque ele já não prestava antecipadamente
74. São afetadas pela nossa perda apenas depois que ela realmente se efetiva
75. Jogam com ambiguidades e evitam assumir as conseqüências.
76. São incapazes de visualizar a dor da insatisfação sexual masculina, que consideram “sem-vergonhice”.
77. Descobrem os limites do homem jogando com seus sentimentos.
78. Sentem um alívio em sua angústia de não serem amadas quando descobrem que alguém sofre por elas
79. Querem ser amadas por aqueles que sejam melhores em todos os sentidos
80. Nunca estão satisfeitas com os homens com os quais contraem matrimônio
81. Gostariam de ter um homem que correspondesse à satisfação de todos os seus desejos conflitivos e contraditórios.
82. Detestam adaptações

Freud explica porque mulheres são vadias.

 

Em um de seus primeiros relatos clínicos, que serviu de fundamento para a psicanálise, Freud contou a história de Dora, uma jovem de 18 anos que tinha um interesse sexual e quase amoroso pelo Senhor K, um amigo de seu pai. O Senhor K era mais velho e casado. Sua esposa passava naquela época por problemas de saúde. Dora tinha um legítimo interesse nesse homem mais velho. Como boa menina sapeca, ela fazia de tudo para manter o interesse do Senhor K nela e isso não era difícil, pois era uma menina encantadora. Num dia, Dora passeava a beira de um lago com o Senhor K e este, interessado em agradar a bela jovem, confessou-lhe que sua esposa ‘não significava nada’ para ele e que ‘se ela quisesse’ ele poderia abandonar sua mulher. Dora sem hesitar lhe deu um tapa no rosto e disse: ‘Se ela não significa nada para você, o que eu significo então?’

A partir deste episódio pitoresco, o Senhor K nunca mais teve o interesse afetivo de Dora. Dora o seduzira e quando estava para acontecer deu seu safanão, virou as costas e foi embora. Para sempre. Sem saber o Senhor K evocou nela aquilo que é mais caro em toda mulher e o que todas buscam numa relação afetiva: o sentido de querer ser desejada, tal qual outra mulher. Em outras palavras, o que o Senhor K não percebeu é que Dora buscara nele o sinal de que ela era desejada. Da mesma forma que a mulher do Senhor K também o era. Só isso. Ela buscara uma identificação de mulher para mulher. Para se reconhecer como tal.

Este princípio caracteriza a psicologia de toda mulher. Se um homem não for merecedor do desejo de uma, não será desejado por nenhuma outra.

Esta é uma afirmação nada machista, pois coloca na própria mulher o sentido de ser o que é. Mas, antes que achem que estou forçando a barra, vejamos alguns exemplos dessa condição. Eles não faltam:

1. Por mais que uma mulher diga que se arruma para ficar mais bonita para o seu marido/namorado, quem acaba percebendo sua roupa, seu cabelo, sua maquiagem, etc. é outra mulher. São elas que julgam, criticam, elogiam uma as outras. O homem é quase alheio a esse conflito íntimo.

2. Quando falam do marido/namorado de outra, só o fazem para se comparar com esta. As mulheres buscam na relação afetiva uma identificação com o desejo de outra. Para a mulher o que mais importa, inconscientemente, é o que outra mulher sente/pensa.

3. Para as mulheres, uma aliança ou anel de noivado/compromisso no dedo de um homem tem um fascínio incomum justamente por este objeto sinalizar que o seu possuidor tem o desejo/amor de outra mulher.

4. Em meio aos adolescentes, é comum uma garota se interessar por um garoto tão logo fica sabendo que sua melhor amiga está apaixonada por ele.

5. É comum as mulheres perguntarem aos maridos/namorados o que eles acham de sua melhor amiga ou de uma conhecida.

6. Tal como Dora, as mulheres são mestras em atiçar o desejo do homem para logo depois frustrar suas expectativas. O que na verdade elas querem é se sentir desejadas.

P.S. Nunca fale para um mulher ‘se você quiser…’. Isso denota um aspecto de indecisão que elas não suportam. As mulheres lidam mal com a questão do seu próprio desejo inconsciente. Elas, inconscientemente, não sabem o que querem. (elas precisam de ordens e não pedidos ou sugestões ).

Provando que o “amor” que te ensinaram não existe.

 

A palavra amor sempre foi e sempre será um sinônimo direto de egoismo. É impossível pensar em amor sem que o egoismo seja a mola mestra desta palavra. Muitos pensam que amar uma pessoa só pela aparência é sinal de superficialidade , não é um amor “profundo verdadeiro”. Tanto faz amar uma pessoa pela sua parte externa, ou, ama-lá pela sua personalidade, seu modo de ser, ; ambos são sinônimos de egoismo, ambos são superficiais, ambos tem como recurso primeiro a capacidade do outro de nos dar prazer. Ou pela beleza, ou pela personalidade – capacidade de entreter pela oralidade.
Nunca se ama aquele individuo. Isto é algo muito amplo para a pequenez irrelevante de um ser humano. O individuo é dividido em partes, tal como objetos, o que se ama são estes objetos. A beleza externa como um objeto, os músculos pode ser considerado um objeto, a personalidade, ou, partes da personalidade pode ser considerado um objeto; os objetos externos que aquela pessoa possui como dinheiro, status social.. O amor é fragmentado, e não se ama a totalidade, mas somente a parte que as interessa. O resto é um estorvo, a qual precisa ser destruído, não se aceito o outro como ele é. Ele sempre é colocado num molde, e que egoisticamente, precisa caber nos interesses delas. E se ele não se encaixa em um dos princípios delas, poderão se generalizar de maneira tirânica e dizer: ”Todo homem é cafajeste. Nenhum homem presta”. Estas generalizações demonstram um egoismo diabólico de quem quer controlar o outro, de quem quer que o outro se transforme num reles fantoche, para satisfazer certas necessidades, ou melhor, para satisfazer determinadas INCAPACIDADES, daquele que exigem um outro para sanar os próprios e monstruosos defeitos internos.
Se até o amor que é considerado uma emoção divina que diferencia os bons dos maus, é maculada pelo instinto pernicioso do egoismo, da simples possessividade, e da coisificação de um ser humano, ou transformação dele em objeto tal como uma ferramenta usada exclusivamente para a nossa satisfação. O que se pensar das outras emoções negativas. A diferença é a seguinte o mal, o monstro, por mais monstruoso que ele seja, ele também é HONESTO, no sentido de que sabe que está fazendo o mal, e compartilha este sentimento consigo mesmo, ou com os outros, quando isto se faz necessário.

O desabafo por exemplo é uma forma de defecação emocional, se quer tirar o que há de mais horroroso em nós, e jogar na cara do outro. O outro suporta isto por varias motivos, um para que o elo de ligação fique mais forte entre ambos – desta forma pode-se lucrar mais, dois porque no futuro poderemos se utilizar deste recurso sujo, três, muitas vezes é necessário ceder em nosso egoismo, em partes daquilo que nos incomoda, para se beneficiar do resto da personalidade do outro, também pode-se usar está informação como chantagem, quando o outro não estiver nos satisfazendo. Enfim, tudo deve ser considerado pela visão do utilitarismo egoísta, e da possessividade de bens materiais que nós dão prazer e saciedade. O amor como principio de bondade, caridade, integridade não existe.

O amor romântico ( viewtopic.php?f=14&t=1721 ) também é considerado um rompante extremo de possessividade e desvalorização cronica do objeto amado. E porque? No amor romântico há uma tentativa sempre falha de destruir o objeto amado. Como? Fazendo com que o objeto do nosso amor entre para o nosso “eu”, introjetando ele no nosso campo de ação… E para fazer isto é sempre necessário destruir o objeto amado como principio de inteligencia e dotado de livre arbitro e liberdade. O amor romântico quer beleza do objeto amado para dentro de si, independente da vontade do objeto amado, a vontade do objeto amado precisa ser destruída, esmagada, para que “aquela” beleza esteja disposta para os nossos anseios. A beleza do objeto amado é apenas um exemplo, mas está possessividade exclusiva não precisa tomar posse somente da beleza, mas qualquer parte do objeto amado que nós é caro.

O amor deve ser considerado como uma forma ardilosa de roubo. Se quer roubar do objeto amado as suas qualidades, o seu bem estar, a sua felicidade, alegria, o seu jeito de ser, a sua beleza. É uma guerra para dominar o território inimigo. Porque todo aquele que não é o “eu” é sempre considerado um inimigo.

É claro que estou me referindo ao amor humano e não ao amor Divino (ágape).